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Amy, Amy, Amy
Posted by Bruna Freitas
on
16:16
in
coluna
Olá, leitor, essa é minha primeira coluna no jornal Mar de Hespanha, e confesso estou ansiosa para começar. Essa é uma coluna musical, que a cada mês vai trazer um tipo de “histórico” muito bem humorado de artistas nacionais e internacionais. Então vamos começa, e com classe. Nossa primeira artista, que vai inaugurar o Dó Ré Mi é Amy Winehouse. Se não a conhece, fique tranqüilo porque vamos “destrinchar” toda a sua carreira até hoje. Mais eu acho difícil, já que 2008 foi seu ano, não esse tipo de ano que você está pensando. Ela se envolveu em vários escândalos, que vai desde vídeos no qual aparecia cheirando cocaína e cantando músicas racistas (que após sua veiculação, a cantora pediu desculpas) á brigas com fãs. Ou seja, é Amy é polêmica.
Amy Jade Winehouse, nasceu em 14 de Setembro de 1985, numa família com tradições musicais ligadas ao Jazz. Ela cresceu no subúrbio de Southgate e fez os estudos na instituição de ensino Ashmole School. A pequena Amy e seu irmão Alex cresceram vendo seu pai trair sua mãe com uma colega de trabalho. Atualmente, numa entrevista, seu pai disse que eles chamavam-na de “a mulher do papai no trabalho”. A cantora fez até uma música chamada “What It Is About Men” no qual conta o drama de sua mãe.
Mais como aqui é coluna bem humorada, vamos deixar os dramas um pouco de lado. Com essa carga nas costas, senhorita Winehouse não se deixou abalar, e com dez anos montou uma banda de rap chamada Sweet 'n' Sour, as Sou, no qual ela mesma se descrevia como a "a pequena Salt 'n' Pepa judaica". Aos treze ganhou sua primeira guitarra elétrica e aos dezesseis montou uma banda com o hoje cantor de soul Tyler James.
Mais crescidinha, ai sim, Amy virou uma estrela. Agora cantando o que ouvia em casa, e o que a influenciou, a Black music e o Jazz passaram a ser seus companheiros de estrada. Em 2003, lançou seu primeiro cd Frank no qual destaco a música “Stronger than me” que fala sobre o papel de um homem na relação. Porém, o disco só fez sucesso na Inglaterra.
Antes de lançar seu segundo disco Back to black, teve uma reviravolta na vida. Seu namorado Blake, a largou, e deixou a pobre Amy de coração partido, e foi esse clima que permiou o disco inteiro. Com canções como, a que leva o mesmo nome do cd, diz que voltou ao luto e faz um cortejo para enterrar seu próprio coração. Em Love is losing game, a mais “sofrida” do disco, ela fala que o amor é um jogo de perder. Mais Back to Black tem também o humor ácido da cantora, com a música Rehab, no qual canta They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no', tipo Tentaram me mandar para a clínica de reabilitação, mais eu disse não, não, não, e afirma que prefere ficar em casa com os discos de Ray Charles e conta que está apenas sofrendo por amor. E com essa cartada a diva do soul do século XX, virou sucesso no mundo.
Depois desse disco, Blake voltou e se casou com Amy, e então começou seu inferno astral. Drogas, bebidas e noitadas passaram a aparecer no seu currículo e nos tablóides ingleses de fofocas, a cantora acabou cedendo e dizendo sim a “rehab”, depois de entradas e saídas de clínicas de reabilitação, e Amy se separou de Blake, indicado pelo seu pai como o motivo da mudança radical da cantora.
Hoje, existe uma biografia de Winehouse, lançado em comemoração ao seu aniversário de 25 anos. Amy na minha opinião é uma grande artista, seus dois discos são ótimos e sua personalidade forte acaba dando um tempero a mais. Agora é esperar para vê mais capítulos dessa novela. Valeu!
Amy Jade Winehouse, nasceu em 14 de Setembro de 1985, numa família com tradições musicais ligadas ao Jazz. Ela cresceu no subúrbio de Southgate e fez os estudos na instituição de ensino Ashmole School. A pequena Amy e seu irmão Alex cresceram vendo seu pai trair sua mãe com uma colega de trabalho. Atualmente, numa entrevista, seu pai disse que eles chamavam-na de “a mulher do papai no trabalho”. A cantora fez até uma música chamada “What It Is About Men” no qual conta o drama de sua mãe.
Mais como aqui é coluna bem humorada, vamos deixar os dramas um pouco de lado. Com essa carga nas costas, senhorita Winehouse não se deixou abalar, e com dez anos montou uma banda de rap chamada Sweet 'n' Sour, as Sou, no qual ela mesma se descrevia como a "a pequena Salt 'n' Pepa judaica". Aos treze ganhou sua primeira guitarra elétrica e aos dezesseis montou uma banda com o hoje cantor de soul Tyler James.
Mais crescidinha, ai sim, Amy virou uma estrela. Agora cantando o que ouvia em casa, e o que a influenciou, a Black music e o Jazz passaram a ser seus companheiros de estrada. Em 2003, lançou seu primeiro cd Frank no qual destaco a música “Stronger than me” que fala sobre o papel de um homem na relação. Porém, o disco só fez sucesso na Inglaterra.
Antes de lançar seu segundo disco Back to black, teve uma reviravolta na vida. Seu namorado Blake, a largou, e deixou a pobre Amy de coração partido, e foi esse clima que permiou o disco inteiro. Com canções como, a que leva o mesmo nome do cd, diz que voltou ao luto e faz um cortejo para enterrar seu próprio coração. Em Love is losing game, a mais “sofrida” do disco, ela fala que o amor é um jogo de perder. Mais Back to Black tem também o humor ácido da cantora, com a música Rehab, no qual canta They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no', tipo Tentaram me mandar para a clínica de reabilitação, mais eu disse não, não, não, e afirma que prefere ficar em casa com os discos de Ray Charles e conta que está apenas sofrendo por amor. E com essa cartada a diva do soul do século XX, virou sucesso no mundo.
Depois desse disco, Blake voltou e se casou com Amy, e então começou seu inferno astral. Drogas, bebidas e noitadas passaram a aparecer no seu currículo e nos tablóides ingleses de fofocas, a cantora acabou cedendo e dizendo sim a “rehab”, depois de entradas e saídas de clínicas de reabilitação, e Amy se separou de Blake, indicado pelo seu pai como o motivo da mudança radical da cantora.
Hoje, existe uma biografia de Winehouse, lançado em comemoração ao seu aniversário de 25 anos. Amy na minha opinião é uma grande artista, seus dois discos são ótimos e sua personalidade forte acaba dando um tempero a mais. Agora é esperar para vê mais capítulos dessa novela. Valeu!